6.6.16

Estou a Regressar

Preciso escrever, falar através das teclas, voltar a ser Eu.
Passou tanto tempo desde que fiz a última publicação...
Tanta coisa se passou com este Ser Interior.
Vamos ver se consigo voltar. Igual já não estou.
Necessito da serenidade que me dava escrever, ou apenas deitar cá para fora o que me vai na Alma.
Pode ser que assim pare de Suspirar não é Carlos P?
De volta. Graças a ti.
Foste mexer nesta cena e espevitaste o bichinho.
Beijo de Luz
Namastê
Sandra

17.11.09

CONSTELAÇÕES FAMILIARES


O Que é?
A terapia “Constelações Familiares” é um método que permite tornar visível o que está oculto nos relacionamentos familiares, sendo uma ferramenta muito eficaz na abordagem dos problemas enfrentados pela família.

Nesta terapia de grupo tenta-se chegar à raiz de alguns dos problemas através duma abordagem fenomenológica, procurando entender-se onde houve uma quebra no fluxo do amor, seja nas relações com o(a) companheiro(a) ou com os membros da família.

Todos possuímos imagens interiores da nossa família. Estas imagens impõem-nos, duma forma inconsciente, os seus laços subtis, seja no modo como nos relacionamos connosco próprios, seja no modo como nos relacionamos com aqueles que nos rodeiam, levando a que na nossa vida surjam situações por vezes problemáticas causadoras de sofrimento que, em última instância, originam doenças ou comportamentos doentios, os quais aparentemente não têm uma explicação racional.

O objectivo da terapia “Constelações Familiares” é localizar onde o amor deixou de fluir e, duma forma vivencial e profunda, trazer à luz essa quebra e, se possível, ajudar a que volte a fluir. Quando isto sucede podem acontecer surpresas nos problemas actuais, ou seja, a sua cura.

No fim da terapia, através do restabelecimento da ordem na família, a energia começa a fluir de novo. O cliente não tem de fazer nada.

Pessoas que participam pela primeira vez numa terapia de “CONSTELAÇÕES FAMILIARES” ficam espantadas como outras pessoas conseguem sentir emoções e sentimentos de pessoas que nunca viram na vida.
As “CONSTELAÇÕES FAMILIARES” mostram-nos como estamos todos ligados duma forma misteriosa.

COMO DECORRE:

Na terapia participam entre 10 a 20 pessoas. Tem a duração de dois dias, começando na sexta-feira dia 27 a partir das 18,30h e terminando no Domingo dia 29 de Novembro.

No primeiro dia, realiza-se uma PALESTRA que aborda a terapia “CONSTELAÇÕES FAMILIARES” segundo o método do professor alemão Bert Hellinger.

Logo a seguir dar-se-á início à terapia propriamente dita para as pessoas interessadas em fazer a colocação das constelações das suas famílias.

O conferencista será o Dr. Péter János, da Hungria, psicólogo, professor catedrático na Universidade da Hungria, Presidente de Associação dos Kineziólogos da Hungria e terapeuta das “Constelações Familiares”.

No início da terapia é-lhe solicitado o tema que quer colocar e deverá expô-lo de uma forma clara. Se houver algum tema ou facto muito marcante que não queira partilhar com o grupo pode ser partilhado em particular com o terapeuta que conduzirá o trabalho com a discrição necessária.

Através da ressonância dos campos morfogenéticos, o trabalho realizado alcança todos os membros do grupo.

A compaixão que resulta de participar neste evento é simultaneamente purificadora e abençoada.

Como ASSISTENTE: Os Assistentes não se limitam a assistir, visto que podem ser chamados para representar papéis nas “Constelações“ de outras pessoas. Ser escolhido como Representante leva à vivência de situações que podem ter que ver com os seus próprios problemas desencadeando um processo de cura.

Colocando a SUA “CONSTELAÇÃO”: A colocação de um tema ou situação específica gera um movimento interno por parte dos representantes que desvenda e traz à luz uma dinâmica desconhecida, desencadeando um processo de cura, não só de quem coloca, mas expandindo-se também ao seio familiar, profissional, amoroso.

A quem pode interessar esta terapia:

- A quem queira compreender as causas específicas das dificuldades, sofrimento ou doenças que experimenta.

- A quem queira resolver conflitos entre o casal, pais e filhos ou outros membros da família.
- A quem queira trabalhar aspectos da personalidade, como falta de auto-estima, ansiedade e intolerância, ou padrões doentios de comportamento, como vícios, medos inexplicáveis, tendências suicidas.

- A quem tenha problemas profissionais ou sinta a sua vida bloqueada ou estagnada.

Venha efectuar a Sua Cura Interior.

Para colocar “CONSTELAÇÃO” – 90 €.
Para assistir - 45 €.
Alojamento e alimentação 25 €

Faça a sua reserva já através dos tel: 916 523 919 ou 969.765.385
ou através do mail: Luzharmonia@gmail.com

27.10.09

Há que sorrir...


“Quando você sente uma profunda confiança, essa qualidade transforma a sua vida, não importa as circunstâncias”

OSHO


Acontecem situações na nossa vida que para mim, apenas servem como confirmação de algo que nós pensamos.
Hoje pensei que já há imenso tempo não escrevia no meu Blog
Então questionei-me “Escrevo, ou não?”.
Enquanto me debatia sobre estas dúvidas do escrever ou não, entra-me um mail de um Anónimo que comentou num dos textos que aqui tenho.
Eu sorri e tive a certeza de que aquele mail só vinha confirmar que era mesmo para eu voltar a escrever, já que há meses nem eu escrevia nem ninguém comentava.
Pensei e repensei sobre o que iria escrever e nada decidi.
Também sei que existe tanta coisa que eu gostaria de desabafar aqui, mas não posso, não devo, não o vou fazer. Apenas porque não se trataria só da minha pessoa.
Mas adiante...
Mais uma vez estou a ajudar uma amiga a superar o tratamento de quimioterapia motivado pela existência de um carcinoma existente no estômago.
Foi-lhe retirado o estômago e um ovário que já continha uma metástase.
De repente... Começou a sentir-se fraca e muito cansada, foi ao médico pedir para fazer análises, estas acusaram anemia, então começaram com exames e mais exames... e eis se não quando lhe dizem “a senhora tem um problema grave no estômago e também já num ovário, vamos ter que fazer a remoção total do estômago e do ovário...”.
A partir daí passou a ser tratada no hospital como “a senhora do estômago”.
As pessoas já ficam muito mal psicologicamente quando recebem este tipo de notícia e depois para ajudar ainda existem médicos que passam a tratar os doentes pela senhora do estômago, o senhor da próstata, a senhora do útero, etc, etc.
A minha amiga agora está na fase da quimio e eu ando numa luta com ela para que coma em condições, esteja com pessoas alegres, veja programas alegres, porque a alegria é a melhor forma de ajuda na cura.
Vou tentando como que sei e posso para que ela supere esta fase com serenidade.
Vamos ver...

Beijos de LUZ
Namastê
Sandra

3.11.08

Vamos Parar


“Mas tenho-te sempre que te falo;
mesmo que não me ouças.

Tenho-te sempre que te respondo –
Mesmo que nada tenhas perguntado.”


in Quase e outros poemas De Querença, Jorge Reis-Sá Luis Noronha da Costa


No Sábado passado estive a ver um bocado de um programa que deu na Sic Mulher sobre o desporto e a importância de nós tirarmos tempo para nós, para fazermos algo pelo nosso bem estar.
No dito programa estava um médico e uma Senhora que tinha tido um AVC e que esse facto tinha modificado completamente a vida dela.
Ela dizia (e é bem verdade) que antes disso lhe acontecer não tinha tempo para nada, porque primeiro estava o trabalho e tudo o que tinha para fazer.
Agora não pensa assim e como lhe foi dada uma segunda oportunidade para viver, não a vai desperdiçar.
A partir daquele momento passou a estar em primeiro lugar, o seu bem estar físico, mental e emocional.
Depois de ouvir tudo o que essa Senhora e o médico disseram, eu pensei em algumas pessoas que conheço e em especial numa que me é muito querida.
Esta minha querida amiga, sempre que lhe pergunto se já se foi inscrever no Yoga, que é um dos poucos desportos que gosta de fazer, responde-me sempre que agora não dá porque...
Ou está com muito trabalho, ou vem aí um período de trabalho complicado, ou porque agora vêm as férias, ou sei lá eu por mais outras quantas coisas.
Fiquei a pensar: “será que é necessário um susto para que comece a pensar mais em si?”
Porque será que, é necessário chegarem aos seus limites para pararem e começarem a cuidar delas?
Custa-me imenso ver que, pessoas super inteligentes, profissionais de “primeira água”, não sejam capazes de impor a elas próprias metas e objectivos que não sejam “os” meramente profissionais.
Nós não somos insubstituíveis, ninguém o é. Se nos acontecer alguma coisa, os escritórios, ou seja lá o que for, continuam a laborar.
Aquela Senhora da Sic Mulher disse que foi mesmo necessário aquilo acontecer para dar mais atenção a ela própria, não que alguma vez tenha pensado que era insubstituível, mas tinha sempre muito que fazer e não podia parar.
O Universo obrigou-a a parar.
Por isso minha querida amiga, pára e pensa em ti. Não arranjes desculpas para não fazeres algo que gostas e que precisas.
Não deixes que seja o Universo a obrigar-te a parar.


Beijos de LUZ
NamastêSandra

26.10.08


AS LONG AS I LIVE, I'LL BE WAITING
Estou mesmo no final de um ano "9".
Tudo parece estar a terminar na minha vida.
Nada me parece ser para sempre.
Felizmente já estou a menos de um mês do meu aniversário e por consequência no ínicio de um ano "1".
Vou Alterar tudo.
Um novo ciclo vai começar.
Existem coisas que eu quero que continuem comigo para sempre, porque já nada faz sentido sem essas coisas.
Neste momento tenho consciência que tudo está a acontecer ao mesmo tempo.
Penso que será o Universo a testar-me para saber se tudo (...) é assim tão imporante, para que eu não queira perder NESTA VIDA.
E SIM.
Há coisas que eu não QUERO PERDER.
PRINCIPALMENTE O AMOR, a AMIZADE, a RECTIDÃO, a HARMONIA...
E tantas outras coisas.
Namastê
Beijos de Luz

23.7.08

Ai e tal...
















“Era uma vez um poeta
Era uma vez uma casa, era uma vez um inverno, um sorriso, uma cidade;
Um grito, uma palavra, um gesto.
E depois era uma vez uma donzela;
E o poeta perdeu-se de encontro a ela.”


in Quase e outros poemas De Querença, Jorge Reis-Sá Luis Noronha da Costa

As separações ou o saber que a pessoa que partilhou muitos momentos, bons e maus ao nosso lado já está virada para um outro ser (mesmo sendo a abominável mulher das neves), é sempre doloroso.
Tenho uma amiga de quem gosto muito, que está neste momento a sofrer uma daquelas dores, não as de parto, mas aquela que nos faz pensar e sentir que somos a pessoa mais infeliz do mundo e arredores.
A dor da perda.
Essa minha amiga viveu anos ao lado de uma pessoa que a amava e a quem ela também amava.
Durante esses anos todos, ela viveu a tentar que ele se modificasse, de acordo com o critério estabelecido por ela de que esse era o seu ideal de companheiro.
Nós não podemos ou pelo menos não devemos, tentar modificar ninguém.
Fartei-me de lhe dizer que se calhar seria melhor ser ela a modificar-se, ou antes, a moldar-se às situações.
Aliás, eu acho que essa situação nem sequer deve acontecer, porque a partir do momento em que tentamos modificar algo na relação é porque está tudo errado.
Mas voltando à minha amiga, eles separaram-se porque ele não aceitou uma “condição” imposta por ela (com imposições, não há relação que resista) e assim sendo ela pediu-lhe que ele se fosse embora.
O ex-companheiro dela ainda andou à sua volta durante (muito mais tempo que eu andaria) algum tempo (um ano e quatro meses) mas neste agora, partiu para outra.
Neste momentito... ela está de rastos.
E eu pergunto: porquê que o ser humano só sente a dor da perda depois das coisas acontecerem?
Porque razão não se rega o jardim do amor?
Porque razão passamos a vida a criticar, a julgar, a atirar em cara tudo e mais um par de botas à outra pessoa?
Ninguém é pertença de ninguém, por isso deveríamos tratar a outra pessoa da forma que gostaríamos de ser tratados.
Se não gostamos de ser criticados, julgados, ameaçados o seja lá que mais “ados” forem, porque razão fazemos tudo isso àquele ser que dizemos amar?
Ninguém gosta, nem se mantém (a não que ser que não tenha os alqueires bem medidos) numa relação onde a outra pessoa está sempre atenta e à espera de uma falha nossa para nos dar na cabeça de imediato.
E depois quando a outra pessoa Baza dizemos “ai e tal, eu sou tão boazinha, ninguém me entende, ele é um malandro, deixou-me, nem sei bem porque rason... mim ser bondosa, carinhosa, e mais “osas”...
Agora vou ser mázzzinha...
Vou...
Nãooooooooooooooooo.
Prontosss inguli a maldade, mim num pode ser má, se não o Unibersozito me cai dan lá cabecita.


Beijos e abracitos iluminados
Namastê
Sandra

25.3.08

"Gritos Mudos..."


“Minha garganta estranha quando não te vejo
Me vem um desejo, doido de gritar
Minha garganta arranha a tinta e os azulejos
Do teu quarto, da cozinha, da sala de estar

Venho madrugada perturbar teu sono
Como um cão sem dono, me ponho a ladrar
Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar...”
Ana Carolina (Perfil)



Por vezes sinto essa vontade louca de gritar, principalmente quando me sinto injustiçada.
Então quando me dizem que não adianta dizer mais nada porque...
Não faço nem digo mais nada, mesmo, porque... confio no Universo e ele fará com que entre um pouco mais de entendimento na cabeça das pessoas. Ou não.
Mas aqui há uns tempos atrás ensinaram-me que a vítima é criada na nossa cabeça e por nós. Somos nós que nos permitimos ser vítimas de alguém ou de alguma coisa...
Como decidi que nunca (esta palavra é um bocado forte, mas siga...) mais seria vítima de nada nem de ninguém com o meu consentimento,
Ocupo a minha cabeça...
Faço entre outras coisas, Yoga, Meditação...
Viajo para BEM longe,
Para BEM dentro de mim...
E
É lá que encontro a Paz, a Harmonia, o Silêncio e o meu Crescimento Interior.



“... Sei que não sou santa, às vezes vou na cara dura
Ás vezes ajo com candura pra te conquistar
Mas não sou beata, me criei na rua
E não mudo minha postura só pra te agradar...”
Ana Carolina (Perfil)




Beijos de LUZ
Namastê
Sandra